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geopolítica

Congresso internacional debate papel da China na economia e política mundial

“Direito e Economia Política Internacional: Reflexões Sobre a China Contemporânea” ocorre entre os dias 14 e 18 de junho

Double | São Paulo (SP) |
O lançamento do evento será realizado ainda nesta sexta-feira (11), às 13h, com uma entrevista com Robert Lawrence Kuhn - Noel Celis / AFP

Ocorre entre os dias 14 e 18 de junho o I Congresso Internacional “Direito e Economia Política Internacional: Reflexões Sobre a China Contemporânea”, promovido pelo Programa de Pós-Graduação em Direito Político e Econômico da Universidade Presbiteriana Mackenzie, em parceria com UERJ, UFRGS, Jindal Global University (India), UFRRJ, UFV, FESPSP ,UFABC, Universidade de La Plata e FGV-Rio.

O lançamento do evento será realizado ainda nesta sexta-feira (11), às 13h, com uma entrevista com Robert Lawrence Kuhn, estrategista corporativo estadunidense  com acesso privilegiado aos principais líderes do Partido Comunista da China e biógrafo de Jiang Zemin, secretário-geral da sigla.

Segundo Melissa Cambuhy, professora do Programa de Pós-Graduação em Relações Internacionais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (PPGRI/UERJ) e pesquisadora pesquisadora do Núcleo de Estudos Brasil-China (FGV-Rio) e do Instituto Ásia (​UFPE), o evento “ocorre em um momento em que tanto há uma forte campanha Internacional anti-China, quanto em um momento em que o Brasil parece encontrar-se sem horizonte diante da profunda crise econômica e a completa negligência quanto às políticas econômicas e sanitárias” diante da pandemia de covid-19.

::O Brasil diante da disputa entre China e EUA::

Nesse sentido, a reflexão e debate acerca do processo de desenvolvimento chinês contribui para a desconstrução científica da propaganda ideológica contra o país, o qual há décadas se colocou como um paradigma para o desenvolvimento nacional de países ao sul contrariando receituários neoliberais, e que retirou mais de 800 milhões de pessoas da extrema pobreza”.

O objetivo do evento, portanto, é “refletir acerca do processo de desenvolvimento chinês e suas mediações entre Estado, Economia, planejamento e mercado”, segundo informa o próprio site do evento.

“Mundialmente já pouco se questiona acerca do poderio econômico e geopolítico que o processo de desenvolvimento nacional chinês conquistou nas últimas sete décadas.”

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Confira a programação completa

14 de junho, segunda-feira
9h ao 12h - Painel de abertura - China contemporânea: as mediações entre Estado, Direito e mercado
14h às 18h - Apresentação de trabalhos acadêmicos
19h às 22h - Estado, planejamento e o papel do sistema financeiro-monetário chinês

15 de junho, terça-feira
9h ao 12h - Estratégia global chinesa e comércio exterior como instrumentos para o desenvolvimento nacional 
14h às 18h - Relações China-Brasil, agronegócio e segurança alimentar
19h às 22h - China, divisão internacional do trabalho, políticas de emprego, renda e alívio da pobreza

16 de junho, quarta-feira
9h ao 12h - Planejamento e desenvolvimento sustentável da China contemporânea
14h às 18h - Apresentação de trabalho acadêmicos
19h às 22h - As relações sino-brasileiras sob a ótica do federalismo e a paradiplomacia

17 de junho, quinta-feira
9h ao 12h - Brasil e China: infraestrutura jurídica e políticas de ciência, tecnologia e inovação
14h às 18h - Apresentação de trabalho acadêmicos
19h às 22h - Estado e desenvolvimento: empresas estatais na China e no Brasil 

18 de junho, sexta-feira 
9h ao 12h - Condicionantes histórico-sociais do processo de desenvolvimento chinês
14h às 18h - Apresentação de trabalho acadêmicos
19h às 22h - Painel de encerramento: relações internacionais com características chinesas e cooperação sul-sul

Edição: Vivian Virissimo


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