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Após agressão contra mulheres trans, ato defende protocolo de segurança na Lapa (RJ)

Manifestação vai marchar nesta sexta-feira (26) da Cinelândia, no centro do Rio, até o local das agressões

Double | Rio de Janeiro (RJ) |
Na última semana, duas mulheres transexuais foram agredidas após um show no Casarão do Firmino, na Lapa - Angela Weiss

Após um caso de violência contra mulheres transexuais, movimentos sociais e coletivos realizam um ato contra a LGBTIA+fobia e o racismo nesta sexta-feira (26) no centro do Rio de Janeiro. As agressões aconteceram na madrugada do dia 19 de janeiro e o caso foi registrado na 5ª Delegacia de Polícia (Mem de Sá).

A concentração para o ato está marcada para às 19h na praça da Cinelândia e vai seguir em marcha até o local da agressão, na casa de samba Casarão do Firmino, localizada na Lapa, a partir das 20h, sob o lema "Levante contra a LGBTIA+fobia".

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Os movimentos que apoiam a manifestação defendem um protocolo de segurança para a região da Lapa, de forma que o tradicional reduto da boemia carioca possa contar com apoio de câmeras da prefeitura.

"Episódios como esse, infelizmente, se tornaram mais comuns na Lapa, nos últimos meses, apesar de uma lei estadual que proíbe a discriminação em estabelecimentos comerciais e uma outra Lei federal já criminalizou a LGBTIA+fobia e o racismo no Brasil", diz o texto de convocação.

Relembre o caso

Na última semana, duas mulheres transexuais foram agredidas após um show de samba no Casarão do Firmino. De acordo com as vítimas, mais de 15 homens, entre eles seguranças da casa, participaram das agressões físicas e verbais contras as mulheres. 

Lua e Zuri sofreram inúmeros hematomas pelo corpo, Zuri teve o nariz quebrado e ambas tiveram seus pertences furtados durante a confusão. O caso de violência é investigado pela Polícia Civil e foi registrado como lesão corporal, segundo o portal G1.

 

Edição: Clívia Mesquita


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